Car.na.val.
Do grego, putaria generalizada.
“Carnaval” é um substantivo masculino e singular, mas quando misturado com “muito álcool”, acaba indo pra cama com outros substantivos também masculinos, e no plural.
No português correto, a palavra possui uma série de exceções gramaticais. Exemplo:
Na frase “Eu vou pular Carnaval”, o sujeito é indeterminado no meio da avenida, e “Pular” na realidade é um verbo transativo direto que, logo logo, vai estar em um pretérito imperfeito.
Já na frase “Ele vai pular carnaval”, o sujeito com certeza não estará sozinho, e para ficar embriagado terá o particípio de outros sujeitos.
Outro exemplo: “Vou pegar mulher no carnaval”. Mulher é o objeto do verbo, e o objetivo do sujeito. Mas, se por um acaso não houver concordância por parte do objeto, o predicado se transformará em um prejudicado.
Além disso, caso o sujeito pegue a mulher do próximo, é melhor que surja uma partícula pacificadora “se”, ou ele vai SE foder.
Agora um caso bastante interessante: a palavra “carnaval” nunca aparece entre parênteses: “(carnaval).”
Isso porque todo mundo sabe que ficar entre parentes no meio do carnaval é a certeza absoluta de que não vai pegar mulher, e, se pegar, vai ser zoado pra sempre por aquele tio chato do interior.
Ótimo carnaval pra vocês, e aqui vai uma dica importante:
70% dos acidentes de trânsito são causados por pessoas alcoolizadas.
30% bebeu água e se fodeu.
Agora é sério gente... Bebida não combina com direção... Mas se você colocar um limãozinho fica uma delícia ;)
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